1 de jul. de 2010

Arvores que simbolizam Israel(1)

Mais de cinqüenta espécies de plantas são mencionadas nas escrituras nas Escrituras Sagradas, entre elas diversas possuem grande utilidade e encerram algum simbolismo.
O cedro foi tão comum em Jerusalém com as figueiras bravas (I Rs10. 27). Isto aconteceu no tempo do Rei Salomão que, em seus cânticos, falou desde o cedro do Líbano até o hissopo que nasce na parede. Dá a entender que era a maior ou mais importante arvore conhecida (I RS. 4.33). O cedro é emblema da majestade ou força (Is 2.13). Naquele tempo do auge da grandeza de Israel, o cedro poderia ser símbolo nacional. Em Ezequiel 17.22 e 23, referindo-se à restauração do reino, Deus tirará um renovo do topo do cedro e o plantará num monte alto.
Também o cedro pode ser tipo do Justo “... que crescerá como o cedro do Líbano” (Sl. 92.12b)
Depois do cativeiro, Israel ficou sem rei, sem independência política, perdeu a majestade e a soberania, não pôde mais ser representado pelo cedro altaneiro.
Há até um pensamento de que a arvore que servia de emblema para os judeus após o cativeiro era a murta. Quando a rainha Ester nasceu, recebeu o nome de Hadassa, murta, na língua hebraica, que é uma planta bem menor e de menos valor e utilidade do que o cedro. Significando a escolha deste nome, que o povo judeu estava em condição humilhante. Todavia a murta dava uma flor branca bem linda em forma de estrela. Por isso a moça , quando foi elevada ao reino, passou a ser chamada Ester: estrela de grande beleza.
Quando fizeram a festa das cabanas no tempo de Neemias, foram usados ramos de murta (Ne8. 15). Nas visões de Zacarias, aparece um cavaleiro entre as murtas num lugar sombrio (Zc.1.8).O povo judeu estava em lugar sombrio ou vale , que queria dizer humilhação , e estava entre as murtas, outro aspectos de sua decadência.
Na linguagem do Novo Testamento, Jesus Cristo e depois o apostolo Paulo usam como símbolo de Israel três outras arvores, a saber: a videira, a figueira e a oliveira.
Aparecem as três juntas no cântico de Habacuque (Hc. 3.17). A videira é símbolo dos privilegio espirituais de Israel, a figueira dos privilégios nacionais, e a oliveira, dos privilégios religiosos.

Nossa esperança é Sua vinda, O Rei dos reis vem nos buscar;

Pr.Marcos Serafim Silva

Obras consultadas: Melo Joel Leitão de - Sombras, tipos e mistérios da Bíblia. Rio de Janeiro, CPAD, 1989





23 de jun. de 2010

Sob o ponto de vista ético, a fama dos evangélicos na política é péssima Em linhas gerais, as qualidades éticas exigidas do cristão na política são as mesmas exigidas do pastor no ministério eclesiástico, diz Paul Freston doutor em sociologia e professor na Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo.
Na atual conjectura política brasileira sinceramente não sei o que leva um pastor de igreja enveredar por esse caminho, que é uma faca de dois gumes, pois nossa política está mergulhada em profunda corrupção. Embora lá existam bem poucos políticos que se salvem isto não nos exime das responsabilidades que cabem ao chamado ministerial, e na minha vaga concepção, o pastor deve se preocupar em cuidar do rebanho que Deus lhe deu. Se por opção dele (o pastor) se sentir chamado para a vida política que deixe o rebanho aos cuidados de quem quer saber de ovelhas, pois aquele que se envolve com política estará no meio de lobos da pior espécie,podendo se tornar um deles.
Que tempo terá o nobre pastor envolvido com política para cuidar do rebanho de Deus? Se ele tem que cumprir uma carga horária na câmara federal ou estadual? Ou não cumprirá!
Alguns pastores em tempo integral já reclamam que lhes faltam tempo para o rebanho, que dirá aquele que está envolvido com política, ele abandonará o rebanho, deixando o cuidado para outrem, eximindo-se de qualquer responsabilidade ou reclamação ou ficará sendo piloto de culto, indo uma vez ou outra.
Lamentavelmente alguns preferem correr o risco, mesmo sabendo que estarão ladeados de corruptores, e que serão tentados a todo o momento por favorecimentos ilícitos, troca de favores, nepotismo e por ai vai...
Trocar o rebanho de Deus para se envolver em questões políticas é no mínimo recusar o chamado de Deus para sua vida ministerial, ou colocar em cheque tudo aquilo que defendeu até o presente momento. O ministério é o maior posto que um ser humano possa chegar isso por que nenhum outro titulo é tão importante como ser embaixador de Cristo, trocar isso para ter esse ou aquele titulo político é lastimoso.
Ai do pastor inútil, que abandona o rebanho! Diz o profeta Zacarias, porem alguns estão acima da bíblia, ele é a Lei, são deuses, e ai de quem fala contra ou se opõe aos seus pensamentos ou atitudes que, na maioria das vezes e forçada, e cumprida por alguns por medo de perder o beneficio e o que dizer que muitos desses são até acuados para tal.
Pastor e política e sem duvida nenhuma uma combinação muito perigosa, e Paulo afirma que quem deseja o episcopado excelente obra deseja, mas ele não diz ser a política obra excelente. Mas como alguns dizem que a igreja precisa ser defendida em todos os âmbitos e em parte até concordo, porém deixe que alguém que não seja pastor de igreja fazer política e o ministro se envolva com trabalhos voltados para o reino de Deus.
Que pastores que pastoreiem o rebanho de Deus saibam que Deus lhes deu algo muito maior que política, almas para serem arrebatadas do inferno.

Pr. Marcos Serafim Silva