4 de nov de 2013

Deserto: A escola de Deus



Texto base : Deuteronômio 8: 1- 6)

Todos os mandamentos que hoje vos ordeno guardareis para cumpri-los; para que vivais, e vos multipliqueis, e entreis, e possuais a terra que o Senhor jurou a vossos pais.
E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o Senhor teu Deus te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias os seus mandamentos, ou não.
E te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram; para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do Senhor viverá o homem.
Nunca se envelheceu a tua roupa sobre ti, nem se inchou o teu pé nestes quarenta anos.
Sabes, pois, no teu coração que, como um homem castiga a seu filho, assim te castiga o Senhor teu Deus.
E guarda os mandamentos do Senhor teu Deus, para andares nos seus caminhos e para o temeres.

Introdução
Deserto, em geografia, é uma região que recebe pouca precipitação pluviométrica. Muitos desertos têm uma média anual de precipitação abaixo de 400 milímetros (16 in). Como conseqüência, os desertos têm a reputação de serem capazes de sustentar pouca vida. Comparando-se com regiões mais úmidas isto pode ser verdade, porém, examinando-se mais detalhadamente, os desertos freqüentemente abrigam uma riqueza de vida que normalmente permanece escondida (especialmente durante o dia) para conservar umidades. Aproximadamente 20% da superfície continental da Terra é desértica.
As paisagens desérticas têm alguns elementos em comum. O solo do deserto é principalmente composto de areia, com freqüente formação de dunas. Paisagens de solo rochoso são típicas, e refletem o reduzido desenvolvimento do solo e a escassez de vegetação. As terras baixas podem ser planícies cobertas com sal. Os processos de erosão eólica (isto é, provocados pelo vento) são importantes fatores na formação de paisagens desérticas.
Os desertos algumas vezes contêm depósitos minerais valiosos que foram formados no ambiente árido ou que foram expostos pela erosão. Por serem locais secos, os desertos são locais ideais para a preservação de artefatos humanos e fósseis. Sua vegetação é constituída por gramíneos e pequenos arbustos, é rala e espaçada, ocupando apenas lugares em que a pouca água existente pode se acumular (fendas do solo ou debaixo das rochas). As maiores regiões desérticas do globo situam-se na África (deserto do Saara) e na Ásia (deserto de Gobi).
A fauna predominante no deserto é composta por animais roedores (ratos-cangurus), por répteis (serpentes e lagartos), e por insetos. Os animais e plantas têm marcantes adaptações à falta de água. Muitos animais saem das tocas somente à noite, e outros podem passar a vida inteira sem beber água, extraindo-a do alimento que ingerem.
Deus treina seus líderes mais importantes na escola do deserto. Moisés, Elias e Paulo foram treinados por Deus no deserto. O próprio Jesus antes de iniciar o seu ministério passou quarenta dias no deserto. O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto. O deserto é a escola superior do Espírito Santo, onde Deus trabalha em nós antes de trabalhar através de nós. Deus nos leva para essa escola não para nos exaltar, mas para nos humilhar. Essa é a escola do quebrantamento, onde todos os holofotes da fama se apagam e passamos a depender total e exclusivamente da graça de Deus e da provisão de Deus e não dos nossos próprios recursos


1-      Tempo de estar a sós com Deus
Por isso, a atrairei, conduzi-la-ei ao deserto e falar-lhe-ei ao coração! (Oseias 2,16)

Deus nos leva para o deserto para ficarmos um tempo a sós com Ele, Deus usa esse tempo para falar-nos ao nosso coração. No deserto Deus vai nos humilhar, as nossas expectativas muitas vezes foge a inteligência racional, Ele não vai nos destruir, vai nos restaurar, para nos levar à um lugar de excelência.
Esse tempo é para aprendermos a ter intimidade com Deus, viver em sua total dependência, analisarmos e valorizarmos coisas que até então não daríamos tanta importância.
Jó se manteve integro durante toda sua vida e Deus honrou sua persistência em confiar nele. Mesmo sofrendo ataques devastadores em sua vida pessoal, profissional e familiar, Jó soube lidar com sofrimentos aos quais muitos de nós nem ousamos imaginar. Sua persistência, milhares de anos depois, nos ajuda a entender melhor o nosso Deus e a nós mesmos.
Jó é um autêntico herói da Fé. Ferido, falido, arrasado e caluniado, nosso herói manteve-se firme mesmo quando não havia perspectiva alguma de mudança e Deus parecia estranhamente distante. 
Este homem viveu com dor insuportável e tristeza de coração. Olhe para ele entre as ruínas da sua vida: sentindo-se abandonado, esmagado pela aflição, os céus parecendo repelir suas orações. Jó passou noites sombrias sem dormir, e dias terríveis, dolorosos. A dor era tão grande que pediu a Deus que tomasse sua vida. Ainda assim, durante todo o ocorrido, Deus ainda o amava. De fato, Jó nunca foi tão precioso na visão de Deus, do que no meio da sua tribulação.
Sei bem o que estou falando, pois tenho vivenciado isso, amigos fogem, próximos desaparecem, há os que criticam, há os que menosprezam, há os que falam aleatoriamente, e muitos poucos estendem a mão para ajudar, uma porque é mais fácil criticar. Tudo o que se consegue ver é um amontoado de areia, porém o guarda de Israel não dormita, Ele tudo vê, e no momento certo vai entrar com a solução necessária, portanto desistir nunca, render jamais.       
A vida é a professora mais implacável: primeiro dá a prova, e depois a lição. C. S. Lewis disse que “Deus sussurra em nossos prazeres e grita em nossas dores”. Paulo fala sobre um sofrimento que muito o atormentou: o espinho na carne. Depois de ser arrebatado ao terceiro céu, suportou severa provação na terra. Há um grande contraste entre estas duas experiências de Paulo. Ele foi do paraíso à dor, da glória ao sofrimento. Ele experimentou a bênção de Deus no céu e bofetada de Satanás na terra. Paulo tinha ido ao céu, mas agora, aprendeu que o céu pode vir até ele.

2-      Deus só leva ao deserto quem ele deseja usar

Todas as pessoas que foram treinadas por Deus no deserto foram grandemente usadas por Deus. Quanto mais intenso é o treinamento, mais podemos ser instrumentalizados pelo Altíssimo
O deserto é necessário. Se todas as coisas colaboram para o bem daqueles que amam a Deus, ir para o deserto é algo bom. Jesus foi para lá antes de iniciar o seu ministério terreno. Neste tempo, Ele ficou em oração e comunhão com seu Pai, preparando-se para a grande obra que viria a ser feita. Lembre-se, portanto, de consultar o Pai antes de qualquer empreitada, seja ela grande ou pequena. O Espírito Santo impeliu Jesus a um lugar onde ele pudesse ficar em contato maior com Deus Pai. Assim Ele impelirá cada um dos seus filhos, os quais são habitados por Ele, a buscá-lo cada vez mais. E às vezes isto significa que o Pai poderá colocá-lo em situações difíceis. Mas junto com a provação, ele dá também o livramento (1 Coríntios 10:13)
No deserto Moisés se encontra com Jetro, e para morar em Midiã teria que aprender a ser um pastor de ovelhas. Um homem que viveu no palácio do faraó, tendo como mãe a filha de faraó, acostumado com banhos de perfumes e regalias, agora fede a esterco e urina de ovelha, e de novo ele ouve falar de tal de Jeová, que ele nunca conheceu e nunca falou com ele.
Todo momento creio que Moises mesmo sem conhecer a Deus ele o questionava, talvez dizendo: “se tu existes mesmo, porque não se revela a mim e me diz quem eu sou?”, ou “Porque deixou que tudo isso acontecesse comigo?” ou tantas outras perguntas que uma pessoa em um conflito interior faria. A geografia da região do Monte Horebe e descobri que aquela região não é um local de vastos pastos, e que se o local não possuía pastos, então, porque Moisés levaria um grande rebanho para aquela região. Creio que ele chegou a um ponto extremo, onde o conflito interior que ele passava era tamanho que ele, Moisés, já não agüentava mais. O nome do filho de Moisés era Gérson, que significa estrangeiro, peregrino. Esta era a situação que Moisés se via no deserto, peregrino, sem pátria, sem família.
 O deserto para Moisés foi um lugar onde Deus escolheu para dar treinamento em seu futuro ministério, a escola de Deus  onde ele passaria quarenta anos pastoreando ovelhas e aprendendo ouvir  e obedecer  com fidelidade a voz d e Deus.
Pois foi ali onde Moisés aprendeu a ter consistência caráter e fibra para enfrentar e superar os grandes problemas que viriam pela frente executando a obra do Senhor a sua maneira.
O palácio nos prepara na cultura, nos estudos, nos enche das coisas desta vida, dos valores deste mundo.
O deserto nos prepara no caráter, aprendemos a depender de Deus, aprendemos ouvir Deus, passamos a nos conhecermos melhor. Aprendemos o quanto às pessoas são importantes para Deus.
Os anos em Midiã terminaram com uma experiência notável no Monte Horebe. Deus lhe falou do meio de uma sarça ardente, identificando-se como o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Declarou-lhe que ouvira o clamor do seu povo no cativeiro e havia escolhido Moisés para libertá-los, garantindo-lhe que Ele mesmo seria o guia desse grande empreendimento (Êx. 3). Deus estava Se revelando para ele, revelando toda Sua santidade, Sua misericórdia, Seu poder, Seu nome, Seus propósitos e Sua forma de agir.

3-      Deserto não é para morrer, e sim tempo de aprender
Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo. (Mateus 4:1)

O sofrimento aqui é inevitável. Ainda não chegamos ao paraíso. Aqui não é o céu. Porém, o sofrimento não hasteará sua bandeira em nosso lar eterno. Lá Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. Lá a dor não mais açoitará nosso corpo. Lá desfrutaremos da bem-aventurança eterna. Aqui cruzamos vales escuros, marcharmos por desertos tórridos e atravessamos pântanos perigosos. Mas, lá receberemos um consolo eterno, uma alegria sem fim, uma glória que jamais se contou ao mortal. O deserto não é Canaã, mas conduz a ela. Ainda não estamos no céu (a Canaã celestial), mas caminhando para ele sofrendo as agruras do deserto e aprendendo as lições de um mundo árido, sem justiça e sem temor a Deus.
Nos desertos das lutas, das dores, das dificuldades é que ficamos a sós com Deus e provamos se a nossa fé é verdadeira. Não se desespere diante dos dramas da vida. Não perca a esperança diante das circunstâncias adversas. Não duvide do amor de Deus por causa da dor que assola seu peito. Deus nunca vai desamparar você. Ele está do seu lado como seu refúgio e fortaleza. Você vai caminhar para a pátria celeste de força em força, de fé em fé, sendo transformado de glória em glória. Deus segurará firme a sua mão até receber você na glória. Então, a noite escura da alma desembocará na manhã gloriosa de uma eternidade de gozo e paz!
·          Deus prove água
·          Deus prove alimento
·          Deus prove proteção

4-      Deserto e um tempo transitório  
Que, passando pelo vale de Baca, faz dele uma fonte; a chuva também enche os tanques. (Salmos 84:6)
Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam. (Salmos 23:4)

Esta situação de deserto é uma situação transitória. Não é ponto de chegada, mas de passagem. Não é opção de vida nem termo de um caminho. O deserto não é uma pátria, mas somente um percurso, um caminho que conduz ao conhecimento do amor misericordioso de Deus e onde se realiza a formação do homem. Deus revela-se no isolamento do deserto, mas essa revelação é em ordem à missão no meio do mundo. Portanto o deserto não é uma fuga, local de paragem, mas uma travessia, lugar de passagem...
O despojamento a que o homem é submetido no deserto permite-lhe não só conhecer a verdade acerca de si próprio, mas também a verdade acerca de Deus que é Amor. Deus, com feito, responde com amor e com paternal solicitude ao pecado e á fraqueza do Homem. Ao povo que se revolta e peca, Deus responde com o milagre do maná e da água de que tanto careciam nesse momento. O povo eleito era conduzido por Deus. Deus era visível e, ao mesmo tempo, mantinha-se velado por trás da nuvem e do fogo.  O deserto revela ao homem a verdadeira identidade de Deus, o Totalmente Outro (que se nos escapa) e o Emanuel que está conosco. É no claro-escuro da fé que o homem caminha na descoberta de Deus. No deserto Deus se revela como alguém que guia, conduz, sustenta e chama. Aí o homem descobre a radicalidade da sua entrega que se lhe exige, a confiança total n’Aquele que guia o seu Povo. Na sua fragilidade, o homem atira-se para Deus, sabendo-se uma pequenez amada por Deus. Foi na sua fragilidade que o povo eleito descobriu o verdadeiro mistério de Deus. Se experimentares a fraqueza própria, significa que Deus te chama a lançares-te nos braços da sua misericórdia.

 5-      Deserto e um tempo que se podem vivenciar milagres
E falaram contra Deus, e disseram: Acaso pode Deus preparar-nos uma mesa no deserto? (Salmos 78:19)
 Abraão passou pelo deserto quando seguia para o monte Moriá, levando seu único filho, o filho da promessa, o qual Deus havia dado. Imagine a dor de caminhar para o local onde você com suas próprias mãos mataria seu filho por ordem de Deus, nós sabemos claramente que Deus não aceita sacrifício de humanos, mas que Ele resolveu testar Abraão, que cumpriu e executou todas as ordens de Deus sem reclamar, quem pode imaginar a dor quando perguntou Isaque a seu pai “temos a lenha e o fogo, mas onde está o cordeiro?” E Abraão disse: “ Deus proverá o cordeiro”, Abraão tinha fé, acreditava em Deus, e sabia que ele tinha poder de ressuscitar seu filho mesmo se ele fosse sacrificado, e por isso Abraão é chamado pai de fé, pois creu em Deus e foi além do racional, se entregou a Deus adentrou no deserto e teve a vitória, sendo chamado como aquele que era amigo de Deus.
  
6-      O deserto não é um acidente de percurso, mas uma agenda de Deus, a escola de Deus. É o próprio Deus quem nos matricula na escola do deserto.
Eis que faço uma coisa nova, agora sairá à luz; porventura não a percebeis? Eis que porei um caminho no deserto, e rios no ermo. (Isaías 43:19)
Eu te conheci no deserto, na terra muito seca. (Oséias 13:5)

Ninguém é levado para o deserto por acaso, coincidência, mero destino, mas por uma definição e agenda do próprio Deus. Ele não nos leva para morrer e sim para aprendermos a viver na total dependência d’Ele. Existem razões para cada um enfrentar o deserto, várias maneiras de Deus nos matricular nesta escola, que sempre será de aprendizado; o caminho do deserto é desconhecido por nós porem o Deus que nos guia através dele sabe cada metro, Ele conhece todos os caminhos, e com certeza providencias surgirão no caminho.
O caminho é árido, desconhecido, inóspito, todavia serve para Deus moldar nossas ações, nosso caráter, nosso egoísmo, nossa auto-suficiência, é por meio do deserto que aprendemos a dar valor às coisas mais simples.
Deus nos protegerá com sua nuvem não uma nuvem qualquer, fala da nuvem que estava sobre o tabernáculo. Não sabemos como era essa nuvem, não conhecemos sua forma; se era um grande cúmulo (nuvem branca, formada de elementos que lembram flocos de algodão) ou se ela se estendia sobre o arraial como um imenso guarda-chuva para cobrir o povo do sol, porém o que podemos dizer é que era uma nuvem especial onde abrigava a presença de Deus, era o símbolo real dessa presença majestosa e divina, podemos afirmar que era mais do que isso, era à sombra do próprio Deus sobre o seu povo. E, quando estava noite, a coluna de fogo providenciava luz e calor para proteger o povo do frio e fazê-lo enxergar o caminho à noite, a coluna de fogo serve para proteção durante as noites frias e eternas que o deserto nos proporciona
Os desertos se interpõem entre os sonhos e as conquistas. Também se instalam entre a esperança e o cansaço; entre as doenças e a cura; entre as crises e as soluções. Sua travessia quase sempre é perigosa, no entanto é profundamente necessária para o encontro com a paz e o refrigério, pois a palavra de Deus diz que aquele que habita no esconderijo do Altíssimo a Sombra do Onipotente descansará, terá sua total dependência em Deus. 
Atravessamos desertos quando vivenciamos crises profundas; quando choramos a dor de um amor destruído; a solidão do abandono, a rejeição dos amigos e familiares; as perdas inesperadas e o luto que nos arranca um pedaço d'alma. É o deserto escaldante, a depressão que nos sufoca, como também a agonia existencial que nos empurra para os corredores da morte.
Todas as vezes que nossos pés reclamarem das areias escaldantes, e nos sentirmos perdidos, como quem caminha sem direção; sempre que o calor das experiências negativas, tornar insuportável nossa caminhada; quando, enfim, a exaustão e o desencanto revelarem-se inevitáveis, não há porque ceder ao desespero - Deus está por perto. Aliás, Ele está por cima, como uma nuvem, encharcada de esperança, repleta daquela água divina, a única capaz de molhar não somente o chão, mas também a alma e o coração. Daí o Salmista afirmar: "Ele refrigera a minha alma".

Conclusão
Perceba, portanto, que o deserto é um lugar de tratamento, fortalecimento e crescimento espiritual.
Por exemplo, é no deserto que Deus trata nosso orgulho, pois na dificuldade percebemos que não somos autossuficientes e precisamos de Deus e de nossos irmãos.  É no deserto que Deus trata a nossa cobiça, pois percebemos que os bens mais essenciais da vida não podem ser comprados. No deserto aprendemos a ter mais compaixão pelo próximo, pois sentimos na pele como é doloroso passar por alguns obstáculos. E tantos outros conhecimentos nos são acrescentados em meio ao deserto. O deserto é, portanto, uma providência divina para tratar nosso eu interior, fazendo com que nos tornemos pessoas melhores e capacitadas para lidar com todas as bênçãos que Deus quer nos entregar. Passar pela aridez do deserto é cansativo, difícil, dolorido. Mas a recompensa é e sempre será um ser humano melhor, que sabe batalhar, que sabe superar seus próprios limites. Então, se você está passando por um deserto nesse momento, tenha calma. Confie no Senhor e se esforce para aprender tudo àquilo que Ele quer te ensinar, pois quanto mais rápido aprender, mais rápido sairá do deserto.
E sabe o que é melhor em tudo isso? Que após sair do deserto, Deus entregará grandes presentes em tuas mãos

Pelo Calvario, maior expressão do amor de Deus;

Pr. Marcos Serafim Silva 
Bibliografia:
http://pt.wikipedia.org/
http://hernandesdiaslopes.com.br/2010/11/a-escola-do-deserto/#.UjB9u9iQuho
FRANCISCO PÉREZ SANCHEZ, EL desierto, lugar de encuentro, in Vida Nueva, Pliego (18.03.1995); TADEUSZ DAJCZER, Meditações sobre a fé,Ed.Paulinas 1995
http://sermons.worldchallenge.org/pt/node/2956#sthash.ncM5R7TI.dpuf





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