19 de mai. de 2014

DEVOCIONAL - A PRATICA DO PERDÃO


Pensamento: Somente quando precisamos perdoar, percebemos o quanto isso é difícil !!! Principalmente quando a pessoa que nos ofendeu é alguém que amamos !!! O perdão é necessário para haver cura emocional e espiritual. O inimigo faz de tudo para prejudicar nossos melhores relacionamentos, porque o pecado e a falta de perdão também prejudicam nossa relação com Deus. Diante disso, o melhor a fazer é lembrar-se de que nossa luta não é contra carne ou sangue !!! Por isso, mesmo que tenhamos muita, mas muita, muita vontade mesmo, de praticar nossa própria justiça, trazer tudo à tona, e expor as pessoas que nos causam tamanho sofrimento, precisamos escolher praticar o amor de Jesus, suportando tudo em silêncio, aceitando a injustiça da ofensa, a deslealdade do pecado, e ficarmos prontos para perdoar, porque Deus faz cumprir Sua justiça, e Ele se agrada em quem nEle espera.


Oração: Pai querido, quando eu decidi entregar minha vida ao Senhor, eu não estava falando isso da boca pra fora, eu realmente entreguei tudo a Ti !!! Inclusive minhas emoções, que já não são minhas, pois entreguei meu coração ao Senhor e ele é totalmente Seu !!! Diante disso, eu não aceito que esta ofensa continue tirando minha alegria de viver, e não continue tirando a minha vontade de continuar firme na caminhada !!!, Quando eu pedi mais do Seu amor, eu também não estava pedindo isso da boca pra fora, eu realmente quero mais do Seu amor, e eu entendo que o amor maior de Jesus, é o Seu perdão. Por isso eu clamo ao Senhor, que este amor esteja sobre mim, para que eu possa estar preparado para perdoar estas pessoas. Eu oro em nome de Jesus. Amém.


Fonte: http://www.devocionaldiario.com.br/

16 de mai. de 2014

DEVOCIONAL - O MENINO E O BARQUINHO

Certa vez um homem que morava em um interior ensinou o seu filho a fazer uma jangada de madeira. Um barquinho para brincar no riacho.
Ele ensinou o filho a cortar a madeira. Depois ensinou a dar os nós que prenderiam as madeiras umas as outras. Depois da pintura estava pronto o barquinho.
Todos os dias o garoto brincava com o barquinho num riacho próximo de sua casa. Num determinado dia a correnteza do riacho estava mais forte que a de costume.
Num momento de descuido do garoto o barquinho seguiu correnteza abaixo. O garoto correu atrás do barco, mas seu esforço foi em vão.
E o barquinho foi levado pela correnteza.
A tristeza tomou conta do garoto de modo que seu pai fez de tudo que podia para melhorar o humor do garoto: deu um galo, umas cabrinhas (coisa de quem mora no interior), e nada do menino se animar.
Um dia o pai do garoto teve que ir à cidade para comprar algumas coisas. Depois das compras o pai levou o garoto a uma loja de coisas antigas.
E para surpresa de todos, na vitrine da loja o menino viu o seu barquinho.
Pai olha meu barquinho!
O pai respondeu: tem certeza?
Sim! Veja o nó que o senhor me ensinou a fazer... Olha a marca que eu fiz na madeira... É o meu barquinho!
O menino entrou na loja e disse à moça que estava no balcão:
Moça aquele é meu barquinho.
A moça disse que não era possível aquele barquinho ser do menino, mas o menino insistiu e mostrou os detalhes que ele próprio tinha feito, então a moça disse que o barco poderia até ter sido dele, mas ela havia comprado e só sairia da loja vendido.
O garoto olhou para o pai, porém o pai já estava sem dinheiro. Voltaram então para casa deixando o barquinho na loja.
Ao chegar em casa o garoto pegou o galo, as cabras e os vendeu, guardando o dinheiro sem que ninguém soubesse.
No mês seguinte seu pai lhe chama e diz que iria novamente à cidade para comprar algumas coisas e pergunta se o garoto queria ir com ele.
Sem demora o garoto vai onde guardou o dinheiro e coloca no bolso. Chegando à cidade o menino pede ao pai para ir à loja do barquinho.
Quando entra na loja vai ao balcão e diz à moça;
Vim buscar meu barquinho!
A moça responde ele só sai daqui vendido.
Quanto é? Perguntou o garoto.
A moça do balcão responde que é X.
O garoto tira o dinheiro do bolso e paga pelo barquinho. A moça pergunta se ele quer embrulhar, mas o garoto toma o barco da mão dela e abraça forte o barquinho e diz repetidamente, você é meu duas vezes, você é meu duas vezes, você é meu duas vezes.
A moça da loja pergunta por que ele está dizendo que o barco é dele duas vezes? O garoto responde que o barquinho é dele duas vezes, porque uma vez ele fez e a outra vez, porque ele comprou.
Do mesmo modo somos nós em relação a Deus. Somos filhos dele porque ele nos fez. Isso é inquestionável. Mas precisamos ser filhos de Deus duas vezes.
Uma porque ele nos fez e outra porque ele nos comprou.
Um dia as correntezas da vida nos levaram para longe dele. Essas correntezas de maneira súbita nos jogaram em um vale enlameado e escuro donde não conseguimos sair sozinhos.
Porém, um dia o filho de Deus, Jesus Cristo, veio a este mundo para nos mostrar a luz, para nos mostrar o caminho para fora desse vale escuro e nos dar vida.
Jesus veio a este mundo para pagar o preço por nossas vidas. Esse preço foi pago lá na cruz do calvário.
Jesus pagou o preço para que todos quanto o recebessem fossem feitos filhos de Deus. Filhos duas vezes: uma porque ele nos fez e outra, porque nos comprou com a sua própria vida na cruz do calvário.
Ás vezes a vida se torna difícil e amarga. Não são poucos os problemas que temos que enfrentar e mal superamos um aparece outro ainda maior.
Quantas vezes não olhamos para dentro de nossas próprias casas e dizemos isso é uma família? Saiba que a vida sempre nos apresentará dissabores, mas uma coisa é enfrentarmos esses dissabores sozinhos e outra é enfrentá-los sabendo que Deus está do nosso lado.
É como um pai age em relação a seu filho: protegendo, zelando, guiando pelos melhores caminhos, se sacrificando para que você tenha o melhor.
E o melhor que podemos garantir para nossas vidas é ter a certeza de passarmos a eternidade ao lado de Deus, mediante a pessoa de Jesus Cristo.
Deixe Deus mudar a tua história!


Fonte: www.toquedefe.com.br